Pois é! Demos a 1ª.... volta do ano de 2012.
Foi uma voltinha caseira por estrada até Biscainho, Barrosa, St Estevão.
Compareceram: Marco, Emanuel, Daniel, Feitor, Fernando Costa e João Aires.
Saímos já perto das 9:40 e às 12H estavamos em casa com 62kms feitos, sem furos nem avarias. O ritmo foi bom e serviu para queimarmos os filhoses do Natal.
Foi uma bela volta com um belo sol a acompanhar.
O Emanuel e o Feitor estiveram bem e vieram em bom ritmo até casa.
No final não faltou a habitual mine na Andreia 2.
Boas pedaladas
DCB
domingo, 8 de janeiro de 2012
domingo, 18 de dezembro de 2011
Volta Natalicia e almoço de Natal
Boas,
este domingo teve lugar mais um belo combibio de Natal entre os sócios do nosso clube. Demos uma volta de BTT seguido de um belo almoço no restaurante Chico do Porto. Eramos 19 a andar e 32 para almoçar (mas porque é que para comer há sempre mais gente?!?!?!?..ehehehe).

Demos a volta do canal mas com uma pequena variante: dar a volta da Barragem de Magos.
E houve vários factos interessantes desta volat:
1º que tudo... algo completamente inédito: não houve nenhum furo!! É verdade! Parece impossivel.
2º - 3 bikes novas quase a estrear: Carlos Fernandes, Veiga e Feitor. O Pai Natal veio mais cedo!!! ahhh pois é...
3º o grande Zé Latas esteve mais uma vez em grande a animar o pessoal. Depois de passar uns 35kms a cortar e dizer mal das Scotts... deve ter sido castigo e mandou um grande mergulho encarpado para dentro de uma poça de agua que lhe dava pela cintura. A bike ficou bloqueada e não conseguiu tirar os pedais a tempo e foi até ao pescoço....eheheh... Mesmo em grande. Antes já o Pegaso também tinha arriscado e a bike enterrou até ao volante. Quase que era preciso uma corda! O Zé vinha mais atrás e já não foi a tempo. O regresso foi pelo alcatrão e sempre a grande ritmo. Uma palavra de espanto para o Luis Feitor que, com bike nova, parece que tinha outro animo, o Ricardo Brites, parado quase há um ano também veio bem até ao fim e para o Farmácias também foi uma boa tareia para quem só andou umas 4-5 vezes.
De resto, belo dia de sol e belo passeio.

O almoço também foi um belo convivio e foi muito bem servido.
Tudo 6 estrelas!
Resta-me, em nome do CBTT TL, desejar a todos UM EXCELENTE NATAL E BOAS FESTAS!
Abraço
este domingo teve lugar mais um belo combibio de Natal entre os sócios do nosso clube. Demos uma volta de BTT seguido de um belo almoço no restaurante Chico do Porto. Eramos 19 a andar e 32 para almoçar (mas porque é que para comer há sempre mais gente?!?!?!?..ehehehe).

Demos a volta do canal mas com uma pequena variante: dar a volta da Barragem de Magos.
E houve vários factos interessantes desta volat:
1º que tudo... algo completamente inédito: não houve nenhum furo!! É verdade! Parece impossivel.
2º - 3 bikes novas quase a estrear: Carlos Fernandes, Veiga e Feitor. O Pai Natal veio mais cedo!!! ahhh pois é...
3º o grande Zé Latas esteve mais uma vez em grande a animar o pessoal. Depois de passar uns 35kms a cortar e dizer mal das Scotts... deve ter sido castigo e mandou um grande mergulho encarpado para dentro de uma poça de agua que lhe dava pela cintura. A bike ficou bloqueada e não conseguiu tirar os pedais a tempo e foi até ao pescoço....eheheh... Mesmo em grande. Antes já o Pegaso também tinha arriscado e a bike enterrou até ao volante. Quase que era preciso uma corda! O Zé vinha mais atrás e já não foi a tempo. O regresso foi pelo alcatrão e sempre a grande ritmo. Uma palavra de espanto para o Luis Feitor que, com bike nova, parece que tinha outro animo, o Ricardo Brites, parado quase há um ano também veio bem até ao fim e para o Farmácias também foi uma boa tareia para quem só andou umas 4-5 vezes.
De resto, belo dia de sol e belo passeio.

O almoço também foi um belo convivio e foi muito bem servido.
Tudo 6 estrelas!
Resta-me, em nome do CBTT TL, desejar a todos UM EXCELENTE NATAL E BOAS FESTAS!
Abraço
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
"Vitima de Voodooísmo..." 06 de Novembro de 2011
By Bruno Venâncio
Domingo, 8h30 na Ribapedal conforme combinado. Mas desta feita fomos persuadidos a esperar por um grupo de "dinossauros" que vinha a pedalar desde V. F. de Xira, mas que afinal se agrupara realmente no Porto Alto e que por sinal nem sabia da nossa existência pois saíram do local de encontro antes mesmo de lá chegarmos. Por sorte o andamento do grupo acima referido era ligeiro e logo os apanhámos formando um verdadeiro pelotão da Vuelta.
Temendo um "fantasma" que me disseram momentos antes, ter sido visto por terras de Samora a aterrorizar ciclistas "não locais" em noite de Halloween, encetei uma fuga (sozinho, claro!).
Assustado pedalava com todas as minhas forças, quando senti uma força sobrenatural puxar-me para trás, e todo o chão estremecer. Mas quando olhei para baixo reparei que era só um furo... assim pensava eu!!
Obrigado a parar, logo fui apanhado pelo pelotão que pelo que deduzi também ia em fuga, pois quase não me viram e poucos foram mesmo os que pararam (Charbel, Carlos Fernandes, Luís Mendes e Xando). Já refeito do susto continuámos a afastarmo-nos de Samora (terra assombrada), e alguns quilómetros mais á frente, novo furo. E quem furou? Eu, claro! Mas desta feita recorri a material de um local para tentar afugentar o mau-olhado. E lá seguimos durante uns valentes quilómetros até que, como não há duas sem três, novo furo!
Que me levou a concluir que ou os locais também estão amaldiçoados, ou eu devia ter tirado a porra do pneu fora e visto o arame que lá estava alojado desde o ínicio.
Exaustos do "pára-arranca" e já fartos de praguejar ao infortúnio, lá fizemos o caminho de volta com um olho na estrada e outro num corvo que nos seguia a par e passo, como se estivesse ali a mando de alguém. Não sei se o fantasma existe, mas acabei a volta todo dorido e com um alfinete cravado na cabeça."
Domingo, 8h30 na Ribapedal conforme combinado. Mas desta feita fomos persuadidos a esperar por um grupo de "dinossauros" que vinha a pedalar desde V. F. de Xira, mas que afinal se agrupara realmente no Porto Alto e que por sinal nem sabia da nossa existência pois saíram do local de encontro antes mesmo de lá chegarmos. Por sorte o andamento do grupo acima referido era ligeiro e logo os apanhámos formando um verdadeiro pelotão da Vuelta.
Temendo um "fantasma" que me disseram momentos antes, ter sido visto por terras de Samora a aterrorizar ciclistas "não locais" em noite de Halloween, encetei uma fuga (sozinho, claro!).
Assustado pedalava com todas as minhas forças, quando senti uma força sobrenatural puxar-me para trás, e todo o chão estremecer. Mas quando olhei para baixo reparei que era só um furo... assim pensava eu!!
Obrigado a parar, logo fui apanhado pelo pelotão que pelo que deduzi também ia em fuga, pois quase não me viram e poucos foram mesmo os que pararam (Charbel, Carlos Fernandes, Luís Mendes e Xando). Já refeito do susto continuámos a afastarmo-nos de Samora (terra assombrada), e alguns quilómetros mais á frente, novo furo. E quem furou? Eu, claro! Mas desta feita recorri a material de um local para tentar afugentar o mau-olhado. E lá seguimos durante uns valentes quilómetros até que, como não há duas sem três, novo furo!
Que me levou a concluir que ou os locais também estão amaldiçoados, ou eu devia ter tirado a porra do pneu fora e visto o arame que lá estava alojado desde o ínicio.
Exaustos do "pára-arranca" e já fartos de praguejar ao infortúnio, lá fizemos o caminho de volta com um olho na estrada e outro num corvo que nos seguia a par e passo, como se estivesse ali a mando de alguém. Não sei se o fantasma existe, mas acabei a volta todo dorido e com um alfinete cravado na cabeça."
terça-feira, 1 de novembro de 2011
A GRANDE APOSTA!
By Charbel
Olá a todos,
No passado Domingo, fomos "visitar" os nossos amigos do Moto Clube de Lisboa para mais um agradável passeio/convívio. O pelotão vindo da Lezíria era composto por mim, Xando, Marco, Márcio, Carlos Fernandes, Galamba, Emanuel, Zé Kota e Tiago Gomes.

Pouco depois o grupo fez uma pequena paragem para reunir e foi nesse momento que vislumbrámos ao longe uma "terrível" subida em alcatrão.
Após várias tentativas fracassadas de alguns bttistas para subir a encosta, eu disse ao Pégaso que o Tiago seria capaz! De imediato o Pégaso fez uma aposta com ele. Apostaram uma grade de "mines" e uma sandes de presunto, eh, eh, eh.
Olá a todos,
No passado Domingo, fomos "visitar" os nossos amigos do Moto Clube de Lisboa para mais um agradável passeio/convívio. O pelotão vindo da Lezíria era composto por mim, Xando, Marco, Márcio, Carlos Fernandes, Galamba, Emanuel, Zé Kota e Tiago Gomes.

Partimos da sede do MCL e descemos até à EXPO, prosseguindo depois junto ao rio Trancão, até que por fim atravessámos a estrada nacional em Sacavém.
Assim que iniciámos o trilho fomos "brindados" com uns valentes arranhões provocados pelas silvas, coisa pouca não fora o facto dos nossos jerseys novos ficarem todos esburacados e cheios de fios puxados. Acho que o Pégaso devia lá ter ido no dia anterior com a tesoura da poda, para dar cabo das malditas, eh, eh, eh.Pouco depois o grupo fez uma pequena paragem para reunir e foi nesse momento que vislumbrámos ao longe uma "terrível" subida em alcatrão.
Após várias tentativas fracassadas de alguns bttistas para subir a encosta, eu disse ao Pégaso que o Tiago seria capaz! De imediato o Pégaso fez uma aposta com ele. Apostaram uma grade de "mines" e uma sandes de presunto, eh, eh, eh.
Entretanto o Pégaso diz baixinho - nem os carros sobem aquilo, só alguns jipes e não pode estar a chover - mas o Tiago estava decidido a "lutar" pelas mines e começou a trepar a encosta como se não houvesse amanhã, para espanto da assistência! Quer dizer, espanto para quem não o conhece, eh, eh, eh...
E foi assim que passados alguns Km de trilhos e de uma subida das rijas até às eólicas" com uma descida do mais acidentado que pode haver, lá chegámos à tasca. Pouco depois já estava disponível uma grade de "mines", pão caseiro e queijo fantásticos.
Gerámos um alvoroço na pequena aldeia situada perto de Bucelas. A tasca era daquelas mesmo à antiga, até a torneira da água por detrás do balcão é ela própria uma relíquia do passado e já há muitos anos que não via uma!
Como é natural nestas coisas, o facto de existirem alguns bttistas extremamente desidratados, leva a que se cometam alguns excessos.
É a chamada "operação Trimine", protagonizada pelo mítico Carlos Fernandes. Trata-se um número artístico muito elaborado e de dificuldade elevada, pelo que não aconselhamos a sua prática por amadores, sob pena de se desperdiçarem três "mines", algo que a acontecer seria dramático, eh , eh, eh...
Por hoje é tudo, boas pedaladas!
Abraço,
Charbel
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
RUI PEREIRA EM "ALTA"!
Monitor de fitness e cycling do nosso patrocinador “Ginásio Vitamina”, o Rui acaba de demonstrar uma vez mais que se encontra num momento de forma invejável, ao vencer a importante maratona de Santarém, na categoria de promoção e na distância de 80 Km.
Já em Setembro, Rui vencera a maratona dos 5 cumes de forma avassaladora.
Ficamos orgulhosos, até porque durante a semana alguns de nós têm o "privilégio" de treinar sob o seu comando nas inovadoras aulas de Cycling.
Parabéns ao Rui e ao nosso patrocinador “Ginásio Vitamina”.
O CBTTTL
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Trilhos do Raia – Idanha 16.10.2011
Este passeio já estava marcado na nossa agenda há muito tempo e já estavamos ansiosos por ele. O CBTT TL esteve representado em grande com 12 atletas: Daniel, Marco, Zé Latas, Carlos Valente, Luis Mendes, Eduardo, Carlos Fernandes, Xando, Tó, Marcio, Pedro nhã (no lugar do Fernando Costa) e o Pedro Romão (que acabou por não poder vir pois ainda tem o cromado danificado da sua ultima queda). Ao todo eram cerca de 720 inscritos nesta prova.

O cenário eram as fantásticas paisagens raianas da Zona de Idanha. Belas paisagens, belas descidas, bons singletracks, algumas boas subidas, alguma pedra e .... muito pó. O terreno estava sequissimo e o pó era muito fininho!
Nós fomos todos para os 50kms. Não eram muito duros pois o acumulado não chegava aos 800mts. Era terreno sempre rolante e a parte mais dificil era já depois do paredão da barragem de Idanha e antes da chegada, com um single a subir e com muita pedra. Começámos na cauda do pelotão mas a um bom ritmo, e o Pedro Nhã, o Marcio e o Mendes estavam afoitos e partiram para a frente. Os restantes vieram sempre em grupo.
Vinhamos a andar bem, sem problemas, mas depois tivemos que começar a abrandar pois o Carlos Valente começava a acusar algum cansaço e ainda uma valente (como ele!!!) queda. Apartir dos 28-30 kms começaram as complicações: furos (um do Marcio que ainda fomos apanhar furioso e a querer mandar a bike nova por um precipicio), 2 correntes partidas (Carlos F e um camarada de Ponde de Sor), etc. Ainda passámos por dentro da magnifica aldeia histórica de Idanha-a-Velha toda em pedra, num dos abastecimentos. Umas barraquinhas de cerveja e nós ali em secura extrema a babar-nos pois ninguém trazia dinheiro. Mais uma lição a retirar!!

Chegámos praticamente no final do pelotão dos 50kms mas pronto... chegámos bem... e olhem que vimos 2 bttistas esticados no chão e um outro com a boca e nariz todos amachucados e arranhados. Nesse aspecto correu tudo muito bem para nós.
Outra história caricata foi, já perto do final e enquanto esperávamos pelos mais atrasados, termos sido filmados e entrevistados para o BTT-TV, onde eu não me ocorria nada de jeito e só sabia falar do pó ... e o Carlos Fernandes teve que salvar aquilo com uma das frases mais desconcertantes e hilariantes de sempre quando lhe perguntaram: “O que achou da prova?” Ao que ele respondeu com a fantástica expressão: “Achei tudo e não encontrei nada!”. Fosga-sssee... Lindo! O entrevistador ficou com um nó no cerebro com esta resposta tão profunda!!! eheheheh
Saliento ainda que tudo estava bem organizado, muito bem marcado e o almoço era muito bom (porco no espeto com um arroz de fiejocas soberbo), faltou foi um cafézinho no final. É uma zona impecável para o BTT, não muito dura, com uma grande diversidade (zonas rolantes, singletracks, aldeias históricas, barragens e açudes, boas descidas, zonas de pedra, terra, etc). Pena ser muito longe (foram 2h30 para cada lado).
Já sabem, fiquem com isto: Mesmo que achem tudo, poderão não encontrar nada! (cito iluste pensador CF)
Saudações bttistas
DCB

O cenário eram as fantásticas paisagens raianas da Zona de Idanha. Belas paisagens, belas descidas, bons singletracks, algumas boas subidas, alguma pedra e .... muito pó. O terreno estava sequissimo e o pó era muito fininho!
Nós fomos todos para os 50kms. Não eram muito duros pois o acumulado não chegava aos 800mts. Era terreno sempre rolante e a parte mais dificil era já depois do paredão da barragem de Idanha e antes da chegada, com um single a subir e com muita pedra. Começámos na cauda do pelotão mas a um bom ritmo, e o Pedro Nhã, o Marcio e o Mendes estavam afoitos e partiram para a frente. Os restantes vieram sempre em grupo.
Vinhamos a andar bem, sem problemas, mas depois tivemos que começar a abrandar pois o Carlos Valente começava a acusar algum cansaço e ainda uma valente (como ele!!!) queda. Apartir dos 28-30 kms começaram as complicações: furos (um do Marcio que ainda fomos apanhar furioso e a querer mandar a bike nova por um precipicio), 2 correntes partidas (Carlos F e um camarada de Ponde de Sor), etc. Ainda passámos por dentro da magnifica aldeia histórica de Idanha-a-Velha toda em pedra, num dos abastecimentos. Umas barraquinhas de cerveja e nós ali em secura extrema a babar-nos pois ninguém trazia dinheiro. Mais uma lição a retirar!!

Chegámos praticamente no final do pelotão dos 50kms mas pronto... chegámos bem... e olhem que vimos 2 bttistas esticados no chão e um outro com a boca e nariz todos amachucados e arranhados. Nesse aspecto correu tudo muito bem para nós.
Outra história caricata foi, já perto do final e enquanto esperávamos pelos mais atrasados, termos sido filmados e entrevistados para o BTT-TV, onde eu não me ocorria nada de jeito e só sabia falar do pó ... e o Carlos Fernandes teve que salvar aquilo com uma das frases mais desconcertantes e hilariantes de sempre quando lhe perguntaram: “O que achou da prova?” Ao que ele respondeu com a fantástica expressão: “Achei tudo e não encontrei nada!”. Fosga-sssee... Lindo! O entrevistador ficou com um nó no cerebro com esta resposta tão profunda!!! eheheheh
Saliento ainda que tudo estava bem organizado, muito bem marcado e o almoço era muito bom (porco no espeto com um arroz de fiejocas soberbo), faltou foi um cafézinho no final. É uma zona impecável para o BTT, não muito dura, com uma grande diversidade (zonas rolantes, singletracks, aldeias históricas, barragens e açudes, boas descidas, zonas de pedra, terra, etc). Pena ser muito longe (foram 2h30 para cada lado).
Já sabem, fiquem com isto: Mesmo que achem tudo, poderão não encontrar nada! (cito iluste pensador CF)
Saudações bttistas
DCB
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